A ONG Alto Astral

A melhor forma de contribuir nas soluções dos sérios problemas brasileiros de saúde ambiental, saneamento básico, combate a biopirataria, proteção da vida humana, saúde pública (endemias e epidemias) é investir nas novas gerações objetivando a conscientização, mudança de hábito e a formação de cidadãos comprometidos com a preservação e prevenção, que cumpram o papel de agentes multiplicadores quebrando o paradigma de que somos uma nação que desmata, polui, não garante a perenidade de seu patrimônio histórico, e não tem uma postura adequada em diversas esferas das questões ecologicamente corretas, como na preservação dos rios, florestas, e da vida humana.

A Astral - Saúde Ambiental, empresa líder na América Latina no controle de pragas urbanas, com 40 unidades distribuídas em 16 estados, 100% brasileira, que exporta a sua tecnologia para o primeiro mundo, através de sua unidade em Portugal e em breve para outros países da Europa, sente-se orgulhosa ao desenvolver um projeto social de suma importância para a nação brasileira.
Apesar da Astral vir cumprindo a sua missão e a sua obrigação perante a sociedade há mais de duas décadas, atendendo com a sua expertise, na prestação de serviços, entidades carentes e filantrópicas que necessitavam do serviço de controle de pragas, sem ônus, como creches, orfanatos, hospitais, asilos, museus entre outros, a empresa resolveu dar um salto ainda maior, criando e mantendo uma ONG, com objetivo de divulgar, informar e reeducar a população em geral, em especial os estudantes, naquilo que é o seu maior patrimônio, a informação privilegiada, tecnologia e solução para os graves problemas e mais de centenas de doenças causadas pelas pragas urbanas.
O povo brasileiro não tem a noção e a dimensão exatas do que as pragas e vetores custam à nação brasileira, refletindo de maneira negativa na reputação do Brasil no exterior, no custo Brasil e em diversas áreas, como: na exportação, no custo do SUS e do INSS, no turismo, nos agronegócios, na produção industrial entre outros. Veja alguns exemplos e dados: Perde-se cerca de 25% da produção nacional de alimentos por causa das pragas e vetores; Estima-se que 50% das contaminações alimentares são causadas por pragas e vetores; Calcula-se que 28% dos atendimentos do SUS, em todo Brasil, são causados por problemas gastrointestinais, diarréias, úlceras, problemas alérgicos e dermatológicos.
Quando se fala em contaminação hospitalar, não se divulga que quase a metade das contaminações é causada por pragas e vetores que circulam pelos hospitais em contato com os alimentos, equipamentos em geral e até mesmo com os pacientes que já estão debilitados.
Não podemos achar natural que cidadãos convivam passivamente com ratos, baratas, mosquitos, moscas, formigas, escorpiões, pulgas, carrapatos, caramujos africanos, pombos entre outros, quando sabemos que são pragas e vetores que podem nos causar doenças.
Não adianta o Brasil ser reconhecido como celeiro do mundo, uma potência no agronegócio, quando os produtos exportados, são rejeitados ou desvalorizados em diversos países, por causa da reputação negativa e de não ter em prática uma barreira sanitária e um controle de qualidade adequado aos padrões exigidos internacionalmente, sendo assim não é difícil encontrar casos em que produtos brasileiros chegam aos principais portos do mundo e são rejeitados pela falta de qualidade e/ou presença de resíduos de insetos, aracnídeos, animais peçonhentos, roedores, aves, etc.
A reputação negativa afeta o turismo, aviação, rede hoteleira, comércio e indústria em geral, setor de alimentação entre outros, pois os turistas deixam de visitar o país, com medo de serem contaminados com alguma doença tropical ou advinda do consumo de alimentos e água contaminada. Não é fato raro visitantes estrangeiros escovarem os dentes com água mineral, muitas vezes trazidas na bagagem como prevenção.
A biopirataria é um outro enorme e grave problema que tem que ser encarado, e hoje movimenta cerca de US$60 milhões/ano, mais de 300 elementos do ecossistema nacional estão sendo estudados e analisados na sua maioria por laboratórios estrangeiros. Se apenas 5% desse total se consolidar como princípio ativo, gerará cerca de 1 trilhão e 200 milhões de reais, sem retorno para o Brasil, pois todos os produtos serão patenteados, como ocorre atualmente, por outras nações. Segundo o IPEA o patrimônio da biodiversidade brasileira é estimado acima de 2 trilhões de dólares.
O nosso país tem a maior variedade de insetos do mundo, sendo o maior patrimônio da biodiversidade, a cada ano, centenas de novas espécies são identificadas, sem nunca ao menos terem sido catalogadas. Uma política eficiente e séria para o setor vai gerar um grande avanço para comunidade científica, manejo adequada da biodiversidade, preservação da cultura nativa e garantia de sobrevivência para índios, caboclos, ribeirinhos e seringueiros, que são detentores de informações preciosas.
A ONG Alto Astral é um sonho pessoal e profissional. Por conhecermos os graves problemas de saúde pública e ambiental que assolam o nosso Brasil, principalmente nas questões das pragas urbanas, por estarmos neste mercado atuando com a Astral, resolvemos investir num projeto que realmente somasse de maneira conclusiva e impactante, apesar do alto investimento financeiro, mas que atingisse a opinião pública de maneira massificada, e principalmente, formasse uma nova geração de pessoas de comportamento sintonizado com a preservação e prevenção.
Estamos iniciando esse grande movimento social, pois "É na escola que se forma o comportamento do cidadão", o que nos têm deixado orgulhosos pelos resultados obtidos e seguros de estarmos cumprindo o dever cívico de responsabilidade social e colaborando para uma sociedade melhor com mais igualdade e qualidade de vida.

Contamos com o apoio de todos nessa missão.
Obrigado!


Beto Filho
Diretor presidente do Grupo Astral - mantenedora da ONG ALTO ASTRAL.
Presidente do Conselho Deliberativo da Orquestra Filarmônica do Rio de Janeiro.
Diretor de Cursos e Eventos da ABF - Associação Brasileira de Franchising, seccional Rio. Diretor da ACIBARRA - Associação Comercial e Industrial da Barra da Tijuca / RJ.